terça-feira, 19 de novembro de 2013


A escola do passado e do presente

 

  Antigamente, as escolas eram muito exigentes, as normas eram outras e os professores eram muitos rigorosos perante dos alunos.

 

  Havia escolas que tinham um bom ambiente e outras não. Outrora, as raparigas e os rapazes eram separados nas escolas. Os professores podiam bater nos alunos e estes tinham normas para cumprir.

  Hoje em dia, tudo mudou, mas não está pior. Agora há professores que não sabem explicar e que faltam às aulas prejudicando os alunos. Os alunos vestem-se à sua maneira. As raparigas já vêem menos vestidas e os rapazes comportam-se como miúdos.

  Por fim, acho que o ministério da educação devia tomar medidas melhores para as escolas.

 

 

 

Ana Magalhães

12º M Nº 3



quarta-feira, 29 de maio de 2013

A CARTA


 
                                                                 A CARTA
 
A sala está apenas iluminada pela luz natural que entra pelas janelas pouco abertas. Está desarrumada. Loiça suja do almoço ainda sobre a mesa. No chão um alguidar com batatas. E ainda sobre uma das mesinhas pequenas uma travessa vazia.

Ao fundo, de costas para a janela numa poltrona castanha, está Cacilda sentada, a olhar para o vazio, com um papel na mão. Os braços estão caídos sobre as pernas. O papel sujo e amarelado contrasta com o sujo negro do avental. Poucos segundos depois, estende a mão com o papel amarrotado.

- Outra vez? – ouve-se a voz de um homem.

Cacilda coloca o papel na mesa perto de si. Sorri.

- Sim – responde ela.

Cacilda recosta-se na cadeira com os olhos postos no papel em cima da mesa. Depois olha para Fernando seriamente. É essa voz do homem.

- Não vale a pena... Entenda. – diz Fernando.

Depois de uma pausa Fernando puxa o papel para perto de si e deixa-o aberto em cima da mesa.

- Querida mãe… - começa Fernando.

Cacilda encosta-se, fecha os olhos e sorri. Fernando faz uma pausa por momentos. Ela mantém-se parada a espera que Fernando continue.

- Escrevo para dizer que não se preocupe e que tenho fé que tudo isto termine rápido...

- A guerra! – grita Cacilda.

- Desculpe? – pergunta Fernando, com ar estranho.

Cacilda sorri, levanta as pálpebras e olha Fernando.

- Isto tudo não. A guerra... – diz Cacilda.

Ao levantar o olha,r Cacilda repara no alguidar das batatas e surpreendida inclina-se sobre si para o agarrar. Desvia de novo o olhar para Fernando, persiste com a leitura.

Lê-se: "Exm.ª Srª Cacilda Furtado Pereira…"

Fernando remexe na carta, tremendo:

- “...Aqui todos gostaram dos seus bolinhos.”

Cacilda acaba por alcançar o alguidar, coloca-o a seus pés e tristemente olha para a travessa vazia. Por fim, retira do bolso do avental um descascador e começa a descascar batatas. As cascas vão caindo para o avental sobre os seus joelhos e, de vez em quando, Cacilda sacode-as para o avental.

- Porque paraste?

Fernando suspira e continua:

“Exm.ª Srª Cacilda Furtado Pereira,

Infelizmente durante um bombardeamento sobre os nossos soldados, o seu filho Ezequiel Furtado…”

Impera o silêncio. Apenas o deslizar do descascador pelas batatas se ouve como um pequeno ruído. Cacilda interrompe o seu trabalho e olha para Fernando.

Ele desvia o olhar pousando-o na carta, mas rapidamente olha de volta para Cacilda assustado e nervoso.

- “Alimente-se bem. Estará sempre no meu coração. Um abraço…” – lê Fernando.

- Um abraço…

Cacilda fita o olhar no exterior atrás de si. A sua expressão é quase apática. E a sua voz mecânica.

- Ele sobrevive... – exprime Fernando.

Tenta despir de preocupações Cacilda.

Coloca a carta perto de Cacilda. Levanta-se e aproxima-se dela pousando a mão sobre o ombro.

- Até amanhã, se Deus quiser. – despede-se.

Cacilda abre os olhos com força, sem responder a Fernando. Ouve-se os passos de Fernando afastarem-se. Ela pega na carta e rasga-a, atirando-a para o alguidar. Só depois se ouve a porta da casa a fechar.

 
António Coelho
Beatrice Brigola

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Cavalo Perdido


 

   Um dia o Kiko passeava no campo sozinho e encontrou um pónei. Todo contente foi contar aos pais e pediu para ficar com ele. Os pais pensaram muito sobre o assunto e decidiram que o pónei podia ficar em casa deles.

   O tempo foi passando, o pónei foi crescendo e então os pais meteram-no no estábulo. Todos os dias, o Kiko ia visitar e tratar do seu pónei. Começou a treiná-lo a correr e aos bocadinhos a aprender a saltar por cima do ferro.

   Certo dia, os pais do Kiko viram que o pónei já era adulto e não tinham espaço para ele. Acharam por bem falar com o Kiko e dizer-lhe que o melhor era soltá-lo.

   Chamaram o Kiko e disseram: - Kiko! O pai e a mãe acham que é melhor libertar o pónei porque ele já é crescido e tem de ter uma família lá fora como nós.
   Então, na tarde do dia seguinte, o Kiko e os pais despediram-se do pónei e abriram-lhe as portas para ele ir fazer a sua vida lá fora.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Entrevista


Introdução


João Ribeiro com 23 anos e o curso de fotografia, parte para Inglaterra em busca do seu sonho e de fazer a sua vida.

 

·       Porque razão escolheu Inglaterra?

Sempre pensei que o meu destino fosse Inglaterra. Imaginava-me, com a minha máquina fotográfica, a tirar imagens de bons momentos. A passear, a viver e mesmo criar uma família. Acho que já está na altura!

·       E estás a gostar de estar em Inglaterra?

Sim, estou a gostar imenso. As pessoas são simpáticas, os meus colegas de trabalho são excelentes e existe um bom ambiente. Gosto também da comida.

·       A cultura é diferente daqui de Portugal?

Sim, a comida é diferente e estranha ao mesmo tempo mas há coisas que gosto muito de comer. É diferente de Portugal. As roupas são diferentes e mais caras. O tempo é mais frio e húmido.


·       Depois de muitas fotografias tiradas, gostavas de escapá-las  em alguma galeria?

Sim, sem dúvida. Gostava de ser mais conhecido na minha área. Adoraria conhecer também os melhores fotógrafos do mundo e de ser tão bom como eles.

·       Quantos filhos queres ter?

Tenciono ter 2 filhos, um casal.

·       Quantos anos pretendes viver aqui?

Pretendo ficar a viver aqui durante uns bons e longos anos e, se possível, não sair mais daqui. Gosto muito de estar cá!

 

Conclusão

·       O que pensas de Portugal?

Portugal é um bom país, tem muito boa gente, muito boa comida e é um bom sítio para passar férias. Tenho muitas saudades da minha família e tenciono ir lá nas férias de Natal.

 

Jéssica Martins

 Rita Silva

 André Rodrigues

 10ºB

sexta-feira, 12 de outubro de 2012


    Editorial                         

 
 
 

"Qual é o mal das redes sociais? -  Não vejo nenhum"   

 
A maioria da população tem esse pensamento e, claro que são as jovens que têm  o maior risco de perigo, pois as jovens estão a crescer numa fase de desenvolvimento e estão a evoluir os seus conhecimentos e às vezes têm de cometer os erros para conhecer o que é certo e errado comparativamente com as consequências. Mas têm de ter cuidado para não cometer sempre os mesmos erros porque nada muda e ficarão para sempre registados.
 
Hoje em dia, os jovens ignoram os avisos porém acham que não acontece nada mas sucede com qualquer um. Há que manter  a privacidade e a segurança pelos seus dados pessoais, só os podemos revelar para as pessoas que realmente conhecemos e confiamos. Nunca para estranhos!
 
A internet é como se fosse um mundo cheio de vantagens e desvantagens.
 
Na minha opinião, é positivo o facto de existir a internet mas há sempre aspectos negativos, penso isto porque é um meio de fácil acesso à comunicação com os outros, ter possibilidades de informar em qualquer hora, com mais rapidez as notícias no mundo.    

                                                                                               Tita, nº20 do 11º E

quarta-feira, 10 de outubro de 2012



 Requerimento

 
  Exm.º Senhor Diretor da Escola Secundária António Arroio
 
 
Eu, André Rodrigues , nº2, do 10ºano, da turma B, pretendo fazer uma exposição aqui nesta escola, da disciplina de Português, no dia 8 de outubro deste ano, pelas 14 horas. Venho pedir ao Diretor da escola se me dá autorização para fazer uma exposição sobre Moda e Arte aqui no corredor da escola. Se houver danos, eu responsabilizo-me  por eles.

Pede deferimento.

                                                                   Lisboa, 8 de outubro de 2012





    O estudante,                                                                            O  Diretor da escola,

   André Rodrigues                                                                



                                                                                  
                                                                          André Rodrigues nº2 10ºB