quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Ser Poeta

-Num simples poema
o poeta pode agradar
uma só pessoa ou o mundo inteiro
e mostra o que tem para dar


-Ser poeta, é ser diferente
é ser sonhador, é ser escritor
ser poeta, é ser carente
ora transmite alegria, ora dor


-Ser poeta, qual quer pessoa o pode ser
pega num papel e numa caneta
ora pode sonhar alto ou baixo
e escrever o que lhe apetecer


-Sendo poeta, tambem se pode ser vedeta
mas podes rimar e ser poeta
apenas com um papel e uma caneta.
Jéssica Martins 10ºB

quinta-feira, 31 de maio de 2012

2011/2012


(H) Alexandra Fernandes, Ana Ceitil, Ana Rodrigues, Bernardo Correia, Carolina Serrano, Catarina Nascimento, Ema Gaspar, Inês Sobral, Joana Veloso, Joana Pitta, José Rodrigues, Mafalda Garcia, Marco Castilho, Maria Pinto, Carmo Madeira, Maria Inês Pastorinho, Marta Amaro, Mónica Coelho, Olga Pavlovska, Tiago Leite.


(E) Ana Vieira, Ana Alves, Bruno Ferreira, Carolina Petrucci, Catarina Pourtalès, Diana Vozone, Flávia Antão, Francisco Marcelo, Inês Campos Silva, Joana Pina, Joana Garrido, João Pinto, João Rodrigues,  Mafalda Penedo, Manuel Casal, Maria Ana Machado, Maria Leonor Correia, Mariana Morgado, Marta Macarico, Mélanie Leboeuf, Mónica Martos, Rita Marques, Tiago Mascaranhas.  



quarta-feira, 9 de maio de 2012










Modernismo
Onde?
- Em Portugal
Quando?
-Desenvolveu-se aproximadamente no início do século XX até ao final do Estado Novo, na década de 1970.
Porquê?
-Pela produção artística profundamente marcada pelo classicismo racionalista e naturalista.
-A sociedade portuguesa vivia uma situação de crise aguda e de desagregação de valores.
- Evidente forte resistência à inovação.
Como?
- Deixando atrás o acanhado meio cultural português
-Entregando-se às sensações da vida moderna, da velocidade, da técnica, das máquinas.
-Esquecendo o passado, comprometer-se com a nova realidade e interpretá-la cada um a seu modo.
-Através da revista Orpheu, em 1915, marco inicial do Modernismo em Portugal, influenciada pelas grandes correntes estéticas europeias (futurismo, cubismo).
Características:
-O rompimento com o passado
-O carácter anárquico
-O sentido demolidor e irreverente
-O nacionalismo com múltiplas facetas
-O nacionalismo crítico, que retoma o nacionalismo em uma postura crítica, irónica e questiona a situação social e cultural do país

-O nacionalismo conservador, ligado principalmente às posturas da extrema-direita.

sexta-feira, 27 de abril de 2012


Felicidade



“ Há coisas que não conseguimos explicar… Mas mesmo assim tentamos interpretá-las.

Há coisas que não conseguimos acreditar sem ver… Mas mesmo assim continuamos a ter fé.

Há coisas que não conseguimos perceber… Mas mesmo assim continuamos a procurar respostas.

De todas as coisas do mundo difíceis de explicar, acreditar ou perceber… a que todos procuramos é a Felicidade! A Felicidade… sim! Todos queremos ser Felizes!

Felicidade… felicidade…

Tentamos explicá-la… Mas não há palavras que a descrevam…

Tentamos acreditar nela… Mas muitas vezes falta-nos a fé…

Tentamos percebê-la… Mas no entanto não obtemos respostas suficientes…

E mesmo assim, ao longo de toda a nossa vida continuamos a procurá-la e a tentar dá-la a conhecer… E isso é o melhor da Felicidade… Mesmo não sabendo tudo sobre ela, sabemos que a procuramos, para nós e para os outros!”

sábado, 21 de abril de 2012

José Saramago foi um romancista, poeta e dramaturgo português. Natural de Azinhaga, concelho da Golegã, Saramago cresceu em Lisboa, onde sempre viveu com muitas dificuldades económicas, tendo mesmo que desistir dos estudos. Foi serralheiro mecânico, jornalista, tradutor e desenhador.
O seu primeiro livro, “Terra do Pecado”, data de 1947. Esteve sem escrever até 1966, época em que trabalhou numa editora em funções de direcção literária e de produção. Foi comentador político do Jornal "Diário de Lisboa" em 1972 e 1973 e director-adjunto do "Diário de Notícias em 1975.

Obras de José Saramago

Romance
  • Terra do Pecado, 1947
  • Manual de Pintura e Caligrafia, 1977
  • Levantado do Chão, 1980
  • Memorial do Convento, 1982
  • O Ano da Morte de Ricardo Reis, 1984
  • A Jangada de Pedra, 1986
  • História do Cerco de Lisboa, 1989
  • O Evangelho Segundo Jesus Cristo, 1991
  • Ensaio Sobre a Cegueira, 1995
  • Todos os Nomes, 1997
  • A Caverna, 2000
  • O Homem Duplicado, 2002
  • Ensaio Sobre a Lucidez, 2004
  • As Intermitências da Morte, 2005
  • A Viagem do Elefante, 2008
  • Caim, 2009
Poesia
  • Os Poemas Possíveis, 1966
  • Provavelmente Alegria, 1970
  • O Ano de 1993, 1975
Crónica
  • Deste Mundo e do Outro, 1971
  • A Bagagem do Viajante, 1973
  • As Opiniões que o DL teve, 1974
  • Os Apontamentos, 1976
Diário
  • Cadernos de Lanzarote I, 1994
  • Cadernos de Lanzarote II, 1995
  • Cadernos de Lanzarote III, 1996
  • Cadernos de Lanzarote IV
Viagem
  • Viagem a Portugal, 1981
Conto
  • Objecto Quase, 1978
  • Poética dos Cinco Sentidos - O Ouvido, 1979
  • O Conto da Ilha Desconhecida, 1997
Teatro
  • A Noite, 1979
  • Que Farei Com Este Livro?, 1980
  • A Segunda Vida de Francisco de Assis, 1987
  • In Nomine Dei, 1993
  • Don Giovanni ou O Dissoluto Absolvido, 2005

Infantil

  • A Maior Flor do Mundo, 2001
As obras de José Saramago estão traduzidas em vários países, entre os quais Espanha, Holanda, Alemanha, França, Itália, Reino Unido, Japão, Hungria, Suíça, Argentina, Colômbia, México, Cuba, União Soviética, entre muitos outros.
Entre os muitos prémios que recebeu destaca-se o Nobel da Literatura em 1998. Foi Doutor "Honoris Causa" pela Universidade de Turim em 1991, pela Universidade de Sevilha, também em 1991 e pela Universidade de Manchester em 1994. Foi condecorado Comendador da Ordem Militar de Santiago de Espada em 1985 e Cavaleiro da Ordem das Artes e das Letras Francesas em 1991.
José Saramago morreu no dia 18 de Junho de 2010, aos 87 anos, na sua residência de Lanzarote, em consequência de uma múltipla falha orgânica, após uma prolongada doença.