terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

A Invenção da Internet



A Internet é, sem dúvida, a maior invenção do nosso tempo, pelos vistos é o meio global que revolucionou o mundo de comunicação.
Para perceber o enorme impacto que teve nas nossas vidas, seria bom refletir seriamente se conseguiríamos hoje viver sem ela. Pois hoje em dia, a Internet faz parte da nossa vida definitivamente. A palavra “Internet” tem origem inglesa, onde inter vem de internacional e net significa rede, ou seja, rede de computadores mundial. A era de expansão para a Internet foi a década de 90.
É uma rede internacional composta por milhões de redes particulares formadas por residências, empresas, governos e universidades e, claro, tornou-se um fenómeno pois é ela que a população tem a facilidade do acesso de informações de todos os tipos de dados com grande variedade de recursos e serviços, como mails, serviços de comunicação instantânea, compartilhamento de arquivos como músicas e fotos, redes sociais, entre outros.
A Internet surgiu de um projeto da agência norte-americana ARPA com objetivo de conectar os computadores dos seus departamentos de pesquisa durante a Guerra Fria em 1969 e depois, nas décadas de 70 a 80, a Internet foi um meio de comunicação académico, utilizada segundo professores e estudantes que enviavam mensagens pela rede mundial. Em 1990, a internet passou a ser utilizada por população em geral. O engenheiro inglês Tim Bernes Lee desenvolveu a World Wide Web possibilitando a interface gráfica e a criação de sites mais dinâmicos e mais interessantes. A partir daí a Internet desenvolveu-se muito rapidamente.
Dizem que foi a maior criação tecnológica depois da televisão na década de 50.
Para facilitar a navegação na Internet foram criados vários navegadores (browsers) como por exemplo: o Internet Explorer da Microsoft e o Firefox.


Concluindo, a Internet serve para trabalhos escolares, diversão em sites de jogos, mails, entre outros.


 Patrícia Quitéria, 12ºE







quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

AS INVENÇÕES DO MUNDO

Motocicleta

Motocicleta ou Motociclo (hoje em dia é conhecida por moto/a) é um veículo de duas rodas e tração traseira - salvo raras exceções - com um motor que propicia sua auto-locomoção capaz de desenvolver velocidade de cruzeiro com segurança e conforto.
 É um meio de transporte bastante utilizado devido ao mais baixo consumo de combustível e por ter um preço mais acessível que a maioria dos automóveis. Entretanto, há motos que consomem mais combustível do que muitos automóveis, variando, entre outros fatores, com a cilindrada do motor.

Além de um meio de transporte, a motocicleta pode ser usada por áreas como desporto, lazer, utilitária e como veículo militar.



História da mota

A motocicleta foi inventada simultaneamente por um americano e um francês, desconhecendo um ao outro e pesquisando nos seus países. Em 1869, Sylvester Roper nos Estados Unidos e Louis Perreaux, do outro lado do atlântico, fabricaram um tipo de bicicleta equipada com motor a vapor. Nessa época os navios e locomotivas movidas a vapor já eram comuns, tanto na Europa como nos EUA, e na França e na Inglaterra os ônibus a vapor já estavam a circularem se normalmente. As experiências para se adaptar um motor a vapor nos veículos leves foram se sucedendo, e mesmo com o advento do motor a gasolina, continuou até 1920, quando definitivamente foram abandonadas.













Contudo, a história aponta um engenheiro mecânico chamado Gottlieb Wilhelm Daimler como o inventor da motocicleta. Wilhelm Maybach e Gottlieb Daimler construiram uma moto com quadro e rodas de madeira composto com um motor de combustão interna em 1885. Sua velocidade máxima era de 18 km/h e o motor desenvolvia 0,5 (meio) cavalo de potência.














Gottlieb Daimler usou um novo motor inventado pelo engenheiro Nikolaus August Otto. Otto inventou o primeiro motor de combustão interna de quatro tempo em 1876, por isso é denominado como Ciclo de Otto, assim que desenvolvido, Daimler (antigo empregado de Otto) o converteu numa motocicleta que alguns historiadores consideram a primeira da historia.
 Em 1894 Hildebrand e Wolfmüller apresentam en Munique a primera motocicleta fabricada em série e com claros fins comerciais. A Hildebrand & Wolfmüller manteve-se em produção até 1897. Os irmãos russos, residentes em Paris, Eugéne e Michel Werner montaram um motor em uma bicicleta.

Segurança
O equipamento fundamental e obrigatório em todas as partes do mundo, salvo raras exceções, é o capacete motociclístico. Além dele, uma série de equipamentos são utilizados para ajudar na segurança, como botas, luvas, balaclava, entre outros. 














É muito importante referir que para além do capacete devidamente certificado pelo "DOT" (padrão internacional) ou INMETRO (padrão brasileiro), também deve levar em conta e utilizar em todos os momentos: jaqueta de couro ou materiais sintéticos, luvas e botas, isto a fim de reduzir a lesão num acidente.















Um novo dispositivo de segurança que já está disponível é uma jaqueta airbag inflável. Um motociclista pode usar uma jaqueta airbag que está ligado à motocicleta, por isso, se ele ou ela é jogado da moto durante uma colisão, a jaqueta irá inflar automaticamente para fornecer uma almofada para o motociclista. Isto irá diminuir o corpo superior e as lesões internas de uma motociclista que frequentemente pode ser fatal. A ideia de um airbag jaqueta / colete foi inventado por Straub Tamás que solicitou patente húngara em 1976.





Ana Magalhães
12º M


AS INVENÇÕES NO MUNDO

Máquina fotográfica 360º


 A máquina fotográfica 360° é uma câmara fotográfica capaz de fazer uma única fotografia panorâmica completa (abrangendo toda a volta) a partir de um determinado ponto.






A câmara foi inventada por Sebastião Carvalho Leme, fotógrafo brasileiro quando residente em Marília, São Paulo.
Em 1957 um empresário solicitou uma fotografia de seus prédios numa confluência de três esquinas, e o seu interesse era mostrar o conjunto dos prédios numa só foto — o que necessariamente teria de ser feito em 360 graus.
Usando então uma câmara fotográfica Rolleiflex com cabeça panorâmica foram tirados dez negativos que, ampliados e montados, resultaram na foto desejada.
Surgiu daí o desafio: Por que não tirar num só negativo uma fotografia que abrangesse 360 graus?
Lemos pôs aquele desafio na "agenda" de sua mente e passou a cogitar uma solução ao caso. O embrião de uma ideia que lhe surgiu. Foi, assim, patenteado sob o número 99.271 no então no Departamento Nacional da Propriedade Industrial, no dia 26 de Novembro de 1957. Numa lata de massa de tomate instalou uma objetiva, um dispositivo interno especial (que é o princípio da invenção) e um pedaço de filme fixo dentro da lata. Com a mão fez girar a objetiva, fazendo, assim, o primeiro teste para sentir as possibilidades. O teste foi feito em frente ao edifício do Senai usando o sistema para fotografar em 360°. Revelado o filme, comprovou-se, precariamente, a possibilidade de se tirarem fotos em 360°. Feito o primeiro protótipo, já mecanizado, veio a confirmação. Foram feitos três protótipos, consumindo-se cerca de um ano para o aperfeiçoamento.
Certo de ter conseguido a solução para tirar fotos com 360°, Leme providenciou o processo de patente que tramitou durante alguns anos no Departamento Nacional da Propriedade Industrial, tempo em que foram pesquisadas a viabilidade do sistema e a existência de similares, concedendo-se a patente em 23 de Abril de 1962 sob o número 61.472. Cerca de 20 anos após a concessão da patente surgiu nos Estados Unidos um sistema similar, sem o dispositivo interno acima referido.
A máquina permaneceu inactiva durante quinze anos. No final de 1997 foi reactivada e aperfeiçoada, passando a ser utilizada novamente.




Ana Magalhães
12º M 


sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Criatividade da Escola




  Nos dias de hoje, ir para Escola é como ir para a segunda casa porque, estranhamente mas vantajoso, gosto das pessoas da Escola.

  Conheço algumas pessoas da Escola que são professores e colegas e sinto que são uma família porque temos uma relação tão amigável e boa e é isso que define a vantagem.

  Como desvantagem é a falta de recursos da Escola como por exemplo, o refeitório, o auditório, entre outros. Para mim, o refeitório é essencial para mim pois odeio ter de carregar o meu almoço diariamente e a comida que há no bar não é especialmente para almoço, quer dizer, é apenas um bar!

  Por fim, adoro da Escola pois tem um ambiente de aprendizagens, criativo e sociável o que é muito admirável e fantástico.




                                                               Patrícia Quitéria 12ºE Nº20

terça-feira, 19 de novembro de 2013

PROBLEMAS GERAIS DA ESCOLA



Hoje em dia, as escolas estão a ficar cada vez piores, pois os alunos portam-se mal, usam telemóveis nas aulas e mais coisas, o que é ao contrário das regras da escola, e tratam mal os outros colegas e até os professores, que já nem conseguem controlá-los como deve ser.
Mas, antigamente, os professores eram tão diferentes dos de hoje, eram tão rigorosos perante os alunos, tinham sempre a régua, ou coisa parecida, na mão para lhes bater caso se portassem mal. E também tinham poderes perante os pais dos alunos, ao contrário de hoje.

Em geral, em Portugal, tem de haver um equilíbrio nas normas da escola. Isto é, não é preciso as escolas serem iguais às do passado nem do presente. Basta serem boas, embora que não seja fácil.



António P. Coelho

Português
12ºM nº 7

Os problemas da escola nos dias de hoje




Bem, a escola nos dias de hoje acontece a mesma história, como por exemplo, em relação ao comportamento dos alunos, a falta de interesse pelo estudo e de respeito pelos professores são apenas alguns dos problemas na sala de aula.
 Alem disso, tem uma série de problemas que chegam a fazer o efeito de uma “bola de neve” onde o BULLYING e a VIOLÊNCIA tornam-se o ponto mais crítico desse aumento de dificuldades ou suícido. Por exemplo, eu como surda, já tive alguns problemas de discriminação pelos meus colegas e lutei muito para desviar esses problemas. A outra série de vantagens são as nossas atividades, depois do período de aula, que contribuem para ampliar e variar os objetivos das aulas curriculares o que melhora a concentração e a aprendizagem. Também desenvolvemos as habilidades artísticas e culturais importantíssimas para o desenvolvimento integral do aluno.
Nos dias de hoje, nós, os alunos aprendemos muitas coisas nas aulas o que é bom para as nossas capacidades evoluírem.

       

                                                                                              Beatrice Brigola nº6 12ºM

A escola e os seus problemas

A escola e os seus problemas

  Hoje em dia, os problemas que as escolas têm em geral são a falta de recursos, como por exemplo, número insuficiente de funcionários, falta de orçamento, falta de organização e, por vezes, sem alguns cuidados.
  Por exemplo, quando eu estava no 5º ano, estava numa escola em que havia muito poucos funcionários e, por eu ser o único com deficiência auditiva na escola, quando me viam sozinho, faziam atos de bullying. A escola Externato Sebastião da Gama, devido a insuficiências do orçamento, teve de fechar, pelo que andei lá apenas um ano e, de facto, adorava aquela escola.
  Penso que, quanto à falta de funcionários, devia haver em todas as escolas um número mínimo, dependendo do tamanho dos edifícios de cada escola para uma maior segurança e cuidado. Quanto aos orçamentos, as escolas devem poupar o máximo possível para se poder fazer, por exemplo, visitas de estudos e viagens de finalistas.



Miguel das Neves ✔ Nº16 – 12ºM  ✔ E.S.A.A.A. ✔ 2013-2014

A escola do passado e do presente

 

  Antigamente, as escolas eram muito exigentes, as normas eram outras e os professores eram muitos rigorosos perante dos alunos.

 

  Havia escolas que tinham um bom ambiente e outras não. Outrora, as raparigas e os rapazes eram separados nas escolas. Os professores podiam bater nos alunos e estes tinham normas para cumprir.

  Hoje em dia, tudo mudou, mas não está pior. Agora há professores que não sabem explicar e que faltam às aulas prejudicando os alunos. Os alunos vestem-se à sua maneira. As raparigas já vêem menos vestidas e os rapazes comportam-se como miúdos.

  Por fim, acho que o ministério da educação devia tomar medidas melhores para as escolas.

 

 

 

Ana Magalhães

12º M Nº 3



quarta-feira, 29 de maio de 2013

A CARTA


 
                                                                 A CARTA
 
A sala está apenas iluminada pela luz natural que entra pelas janelas pouco abertas. Está desarrumada. Loiça suja do almoço ainda sobre a mesa. No chão um alguidar com batatas. E ainda sobre uma das mesinhas pequenas uma travessa vazia.

Ao fundo, de costas para a janela numa poltrona castanha, está Cacilda sentada, a olhar para o vazio, com um papel na mão. Os braços estão caídos sobre as pernas. O papel sujo e amarelado contrasta com o sujo negro do avental. Poucos segundos depois, estende a mão com o papel amarrotado.

- Outra vez? – ouve-se a voz de um homem.

Cacilda coloca o papel na mesa perto de si. Sorri.

- Sim – responde ela.

Cacilda recosta-se na cadeira com os olhos postos no papel em cima da mesa. Depois olha para Fernando seriamente. É essa voz do homem.

- Não vale a pena... Entenda. – diz Fernando.

Depois de uma pausa Fernando puxa o papel para perto de si e deixa-o aberto em cima da mesa.

- Querida mãe… - começa Fernando.

Cacilda encosta-se, fecha os olhos e sorri. Fernando faz uma pausa por momentos. Ela mantém-se parada a espera que Fernando continue.

- Escrevo para dizer que não se preocupe e que tenho fé que tudo isto termine rápido...

- A guerra! – grita Cacilda.

- Desculpe? – pergunta Fernando, com ar estranho.

Cacilda sorri, levanta as pálpebras e olha Fernando.

- Isto tudo não. A guerra... – diz Cacilda.

Ao levantar o olha,r Cacilda repara no alguidar das batatas e surpreendida inclina-se sobre si para o agarrar. Desvia de novo o olhar para Fernando, persiste com a leitura.

Lê-se: "Exm.ª Srª Cacilda Furtado Pereira…"

Fernando remexe na carta, tremendo:

- “...Aqui todos gostaram dos seus bolinhos.”

Cacilda acaba por alcançar o alguidar, coloca-o a seus pés e tristemente olha para a travessa vazia. Por fim, retira do bolso do avental um descascador e começa a descascar batatas. As cascas vão caindo para o avental sobre os seus joelhos e, de vez em quando, Cacilda sacode-as para o avental.

- Porque paraste?

Fernando suspira e continua:

“Exm.ª Srª Cacilda Furtado Pereira,

Infelizmente durante um bombardeamento sobre os nossos soldados, o seu filho Ezequiel Furtado…”

Impera o silêncio. Apenas o deslizar do descascador pelas batatas se ouve como um pequeno ruído. Cacilda interrompe o seu trabalho e olha para Fernando.

Ele desvia o olhar pousando-o na carta, mas rapidamente olha de volta para Cacilda assustado e nervoso.

- “Alimente-se bem. Estará sempre no meu coração. Um abraço…” – lê Fernando.

- Um abraço…

Cacilda fita o olhar no exterior atrás de si. A sua expressão é quase apática. E a sua voz mecânica.

- Ele sobrevive... – exprime Fernando.

Tenta despir de preocupações Cacilda.

Coloca a carta perto de Cacilda. Levanta-se e aproxima-se dela pousando a mão sobre o ombro.

- Até amanhã, se Deus quiser. – despede-se.

Cacilda abre os olhos com força, sem responder a Fernando. Ouve-se os passos de Fernando afastarem-se. Ela pega na carta e rasga-a, atirando-a para o alguidar. Só depois se ouve a porta da casa a fechar.

 
António Coelho
Beatrice Brigola

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Cavalo Perdido


 

   Um dia o Kiko passeava no campo sozinho e encontrou um pónei. Todo contente foi contar aos pais e pediu para ficar com ele. Os pais pensaram muito sobre o assunto e decidiram que o pónei podia ficar em casa deles.

   O tempo foi passando, o pónei foi crescendo e então os pais meteram-no no estábulo. Todos os dias, o Kiko ia visitar e tratar do seu pónei. Começou a treiná-lo a correr e aos bocadinhos a aprender a saltar por cima do ferro.

   Certo dia, os pais do Kiko viram que o pónei já era adulto e não tinham espaço para ele. Acharam por bem falar com o Kiko e dizer-lhe que o melhor era soltá-lo.

   Chamaram o Kiko e disseram: - Kiko! O pai e a mãe acham que é melhor libertar o pónei porque ele já é crescido e tem de ter uma família lá fora como nós.
   Então, na tarde do dia seguinte, o Kiko e os pais despediram-se do pónei e abriram-lhe as portas para ele ir fazer a sua vida lá fora.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Entrevista


Introdução


João Ribeiro com 23 anos e o curso de fotografia, parte para Inglaterra em busca do seu sonho e de fazer a sua vida.

 

·       Porque razão escolheu Inglaterra?

Sempre pensei que o meu destino fosse Inglaterra. Imaginava-me, com a minha máquina fotográfica, a tirar imagens de bons momentos. A passear, a viver e mesmo criar uma família. Acho que já está na altura!

·       E estás a gostar de estar em Inglaterra?

Sim, estou a gostar imenso. As pessoas são simpáticas, os meus colegas de trabalho são excelentes e existe um bom ambiente. Gosto também da comida.

·       A cultura é diferente daqui de Portugal?

Sim, a comida é diferente e estranha ao mesmo tempo mas há coisas que gosto muito de comer. É diferente de Portugal. As roupas são diferentes e mais caras. O tempo é mais frio e húmido.


·       Depois de muitas fotografias tiradas, gostavas de escapá-las  em alguma galeria?

Sim, sem dúvida. Gostava de ser mais conhecido na minha área. Adoraria conhecer também os melhores fotógrafos do mundo e de ser tão bom como eles.

·       Quantos filhos queres ter?

Tenciono ter 2 filhos, um casal.

·       Quantos anos pretendes viver aqui?

Pretendo ficar a viver aqui durante uns bons e longos anos e, se possível, não sair mais daqui. Gosto muito de estar cá!

 

Conclusão

·       O que pensas de Portugal?

Portugal é um bom país, tem muito boa gente, muito boa comida e é um bom sítio para passar férias. Tenho muitas saudades da minha família e tenciono ir lá nas férias de Natal.

 

Jéssica Martins

 Rita Silva

 André Rodrigues

 10ºB